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Campos monitora 30 crianças internadas com síndrome respiratória aguda

Foto: César Ferreira/SupCom.

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A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Subsecretaria de Atenção Básica, Vigilância e Promoção da Saúde (Subpav), está monitorando 30 crianças internadas em dois hospitais do município, com síndrome respiratória aguda de múltiplas causas virais, a fim de identificar a etiologia dos vírus causadores de doenças respiratórias, que geralmente são típicas do outono e inverno e não da primavera e verão. Uma das referências na cidade, a Unidade Pré-Hospitalar (UPH) de Guarus registrou aumento considerável na busca por médico, chegando a realizar 431 atendimentos pediátricos em cinco dias, dos quais 128 ocorreram entre sábado (11) e domingo (12).

Segundo o subsecretário da Subpav, Charbell Kury, o primeiro passo, quando a criança chega para ser internada na unidade de saúde, é fazer o teste de antígeno para Covid-19. “Descartada a Covid, encaminhamos amostras desses pacientes para o Laboratório Central Noel Nutels (Lacen/RJ) para a realização da pesquisa de painel viral, que visa justamente identificar outros vírus, além da Covid, que têm causado aumento do número de internações”, explicou.

Charbell disse que, apesar do vírus da Covid ter dominado o cenário em 2020 e a primeira metade de 2021, dados brasileiros mostram que as crianças representaram 1,1% dos casos de síndrome respiratória aguda grave por Covid e 15,2% de síndrome respiratória aguda por gripe, por exemplo. Para o médico, o retorno escolar, que deveria ter acontecido somente em 2022, foi o grande causador desse aumento.

“Por quase dois anos, as crianças ficaram dentro de suas casas, em isolamento social, o que provoca uma baixa na imunidade. Aliado a isso, temos a baixa cobertura vacinal que está gerando o “immune debt”, um termo já publicado na literatura no período de pandemia, que significa a baixa quantidade de anticorpos disponíveis para enfrentar uma doença. Sem exposição aos antígenos, os anticorpos somem”, explicou Charbell, ressaltando que o fato é preocupante.

Segundo o subsecretário da Subpav, Charbell Kury, o primeiro passo, quando a criança chega para ser internada na unidade de saúde, é fazer o teste de antígeno para Covid-19. “Descartada a Covid, encaminhamos amostras desses pacientes para o Laboratório Central Noel Nutels (Lacen/RJ) para a realização da pesquisa de painel viral, que visa justamente identificar outros vírus, além da Covid, que têm causado aumento do número de internações”, explicou.

Charbell disse que, apesar do vírus da Covid ter dominado o cenário em 2020 e a primeira metade de 2021, dados brasileiros mostram que as crianças representaram 1,1% dos casos de síndrome respiratória aguda grave por Covid e 15,2% de síndrome respiratória aguda por gripe, por exemplo. Para o médico, o retorno escolar, que deveria ter acontecido somente em 2022, foi o grande causador desse aumento.

“Por quase dois anos, as crianças ficaram dentro de suas casas, em isolamento social, o que provoca uma baixa na imunidade. Aliado a isso, temos a baixa cobertura vacinal que está gerando o “immune debt”, um termo já publicado na literatura no período de pandemia, que significa a baixa quantidade de anticorpos disponíveis para enfrentar uma doença. Sem exposição aos antígenos, os anticorpos somem”, explicou Charbell, ressaltando que o fato é preocupante.

Além do atendimento pediátrico, a UPH de Guarus, realizou, neste mesmo período, 849 atendimentos de clínica médica, com registro de sobrecarga na quarta e quinta, com 243 e 193 atendimentos respectivamente.

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